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Style You

Por João Miguel Barbosa

Malas para Homem

Sendo uma das grandes apostas dos estilistas nas últimas estações, as malas masculinas ainda não abraçaram na maioria o público consumidor.

 

Em princípio, continua a ser ainda um acessório mais usado por homens arrojados com a moda e/ou modernos. Mas esse processo é natural em qualquer novidade que exige a quebra de paradigmas da sociedade, aos poucos este acessório terá seu lugar garantido, devido também a sua grande funcionalidade.

 

No mundo da moda, as peças que têm um apelo funcional geralmente tem uma vida mais longa depois de aceitas. Neste caso, servem para carregar computadores, livros, carteira, ipods, óculos escuros, etc.

 

A relação da mala com o sapato deve estar mais relacionada ao estilo do que à semelhança do material ou cor.

 

Malas de lona, nylon e algodão com estilo mais desportivos combinam com looks mais casuais e com sapatos de sola de borracha e sandálias. Já as malas mais formais em couro, camurça ou tecidos com brilho combinam com sapatos mais sociais, com sola de madeira ou de amarrar e ficam bem com camisas ou blaser.

Na prática, a maioria dos homens ainda prefere usar cores semelhantes entre mala, sapato e cinto para facilitar a combinação, mas essa regra não é obrigatória.

 

A tendência principal para esse acessório, como aconteceu nas bolsas femininas, foi o aumento do tamanho criando assim as maxi-malas. No entanto são vistas em todos os tamanhos, estilos e materiais.

 

Style you

Para Kenzo

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Depois da incrível campanha do perfume Kenzo World, dirigida por Spike Jonze e estrelada por Margaret Qualley, do belo Snowbird, a curta-metragem com a modelo-atriz Abbey Lee e direcção de Sean Baker e do inicio de Carrie Brownstein na direção em The Realest Real, a Kenzo reúne agora uma nova equipa de criativos para exibir o seu verão 2017 em Music is my Mistress.

 

Dirigido por Kahlil Joseph, nome por trás das imagens de Lemonade, da Beyoncé, a curta conta com a participação de Tracee Ellis Ross, actriz recém-premiada no Globo de Ouro pelo seu papel em Black-ish; Jesse Williams, ativista e actor da série Grey’s Anatomy; Ish, metade do duo de hip-hop Shabazz Palaces; e da boneca Kelsey Lu, cantora e violoncelista. Eles estrelam também a campanha editorial (com excepção de Ish), fotografada pelos gémeos Jalan e Jibril Durimel, prova de que Humberto Leon e Carol Lim continuam a celebrar a simbiose entre cinema, música e moda, parte tão marcante da identidade das marcas que encabeçam.

 

Em Music is my Mistress ritmos e visões misturam-se com citações do cineasta Senegalês Djibril Diop Mambéty e linhas de rap do Shabazz Palaces, com narrativa desconstruída e cheia de sensibilidade contemporânea. É de acordo com a marca, um filme “em favor de olhares divergentes para uma história maior”.

 

A ver aqui a curta, produzido pela Annapurna Pictures.

Os Vestidos

Os vestidos desde sempre encantaram as mulheres, porém a escolha errada pode ser devastador!

 

Aprender aqui como escolher o vestido ideal para cada morfologia.

 

A ter em conta as príncipais dicas:

Muito busto
Para quem tem seios proeminentes é interessante privilegiar os decotes quadrados e trespassados. Os decotes profundos devem ser evitados. Procurar sempre chamar atenção para a saia.

 

Seios pequenos 
As mulheres com pouco busto podem usar e abusar de decotes profundos na frente ou nas costas. Os tecidos plissados e trabalhados na região do busto ajudam a dar volume. As mais magras podem usar igualmente tecidos transparentes.

 

Braços volumosos
Os modelos de alças e/ cai-cai devem ser evitados. Mangas longas ou ¾, boca-de-sino ou com estampados pequenos, são os mais indicados.

 

Pernas curtas
Quem tem as pernas curtas pode investir em vestidos com cintura alta, pois afinam e alongam a silhueta. Outra dica é usar sapatos de bico fino e peças com decote V.

 

Sem cintura
Os modelos ajustados ao corpo ajudam a valorizar a cintura. Os vestidos com faixas nessa região contribuem igualmente para afinar a cintura.

 

Barriga flácida 
Quem tem barriga flácida ou fora de forma deve priveligiar tecidos estruturados como o tafetá. Os modelos de vestidos império ou cintura baixa são ideais para disfarçar a indesejada barriguinha.

 

Style you

A comprar!

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Nem só de música se faz um álbum. Um importante campo fértil para os artistas se deleitarem com a criatividade é a composição da capa de um CD, vinil e mais recentemente, os álbuns via streaming.

 

Afinal, é através do campo visual um dos métodos primários para divulgá-los e também factor essencial que encapsula todo o mood que o músico quer transmitir, obtendo uma identidade visual que será usada ao longo da divulgação, com os anúncios e concertos.

 

Francesco Spampinato é escritor e historiador de arte contemporânea e a cultura visual que lançou pela editora Taschen o livro Art Record Covers, em que examina exactamente essa relação entre o campo visual e musical ao realizar uma antologia explorando a capa dos álbuns que foram feitas por artistas que representaram alguns importantes movimentos artísticos.

 

Para tanto, ao longo de 448 páginas, Spampinato selecionou 500 capas da década de 1950 até os dias actuais, analisando como a arte contemporânea – partindo do modernismo, passando pela arte pop, conceitual, o pós-modernismo, dentre outros movimentos, se relacionou com a produção musical e influenciou na estética das imagens que foram distribuídas juntamente com a música para milhões de pessoas.

 

Para cada álbum, há uma lista com análises críticas, o artista responsável pela capa, o músico, nome do álbum, gravadora, ano de lançamento e informações sobre o trabalho artístico original.

 

Entre os destaques, estão artistas de peso, como Salvador Dalí e o seu surrealismo na capa de Lonesome Echo, álbum de 1955 de Jackie Gleason; o álbum de estreia do The Velvet Underground, de 1967, com a muito conhecida banana de Andy Warhol; Robert Mapplethorpe, que registrou a capa de Horses, de sua parceira Patti Smith, em 1975; Jean-Michel Basquiat, que produziu , em 1983, sob o seu próprio selo a arte da capa e o vinil Beat Bop, um dos registros mais valiosos do rap, de Rammellze e K-Rob. No mesmo ano, o álbum de David Bowie, Without You, teve a capa feita por Keith Haring; em 1988, a arte de Gerhard Richter fez a capa de Daydream Nation, álbum do Sonic Youth; o artista de rua Banksy e o álbum do Blur de 2003, Think Tank; a caveira de Damien Hirst para o Narcissus Road do The Hours, lançado em 2007; até Yayoi Kusama, que produziu a capa de Lucky, em 2013, álbum da DJ japonesa Towa Tei.

 

O livro custa US$ 69 e pode ser comprado no site da Taschen.

O Blusão de Ganga

O blusão de ganga é uma peça versátil que está novamente na Moda e pode compor diferentes looks, a ter em conta:

 

- Vestidos florais ou estampados (curtos ou longos). Nesse caso, o casaco é um complemento que não precisa de combinar com a cor do vestido. Os acessórios podem ser neutros ou em cores presentes nos padrões

 

- Calças, mas contudo sem ter a pretensão de ser um look muito sofisticado, já que a ganga vai quebrar um pouco a formalidade. Usar calças pretas ou brancas com camisas e tops com o blusão de ganga por cima. Um acessório em tons metalizados dá um toque especial a este tipo de visual.

 

- A ganga mais escura e com lavagens mais tradicional combinam mais com as ocasiões noturnas. Já os tons mais claros, com lavagens um pouco mais ousadas têm uma cara mais informal e despojada, melhor para situações informais durante o dia.

 

- O look ganga com ganga é perigoso e não deve ser feito com a pretensão de formar só e somente um conjunto. Nesse caso, é melhor que sejam de tons diferentes, preferencialmente sem lavagens muito marcantes.

 

- Usar o blusão de ganga com a manga dobrada ou apenas como uma sobreposição. É uma peça versátil que dá para diversificar os visuais muito básicos ou tradicionais do guarda-roupa.

 

Style you

Nova Parceria

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Com a estreia da terceira temporada de Twin Peaks, David Lynch juntou-se à Habitat Skateboards para desenvolver uma linha temática especial.

 

Dale Cooper, Laura Palmer, Audrey Horne e até a Log Lady estampam decks, camisolas, acessórios e canecas com fotografias e ilustrações inspiradas no universo Twin Peaks.

 

A Habitat, que já colaborou antes com as bandas Animal Collective e Woods, lançou a linha baseada na culta série dos anos 1990 num evento especial durante o festival SXSW, em Austin, Texas, na semana passada.

 

O apelo foi tanto que alguns itens do primeiro lote da colecção esgotaram, mas uma nova pré-venda já está disponível no site da marca.

As Malas

Devido ao bom tempo, surgem cada vez mais nesta altura do Ano, inúmeras festas e eventos.

 

Para cada acontecimento, o lema é estar sempre bem e o mais importante é começar pela escolha da mala!

 

Sendo um acessório indispensável e obrigatório para a Mulher dos tempos modernos, a mala revela personalidade, bom gosto e sucesso.

 

Para um evento mais sofisticado combinar a cor da mala com os sapatos ou cinto. Mas, para participar num evento mais singular, não é necessário combinar a cor da mala com os sapatos e/ou cinto.

 

Escolher sempre a mala de acordo a morfologia e/ou proporções, logo, para uma estatura maior deve-se optar por malas mais volumosas e vice-versa.

 

Independentemente da cor ou tamanho, deve-se estar em sintonia com o vestuário e à ocasião, nem que seja pelo improvável, mas sempre com muito bom gosto.

 

O tamanho da mala diminui ao longo do dia. Ou seja, durante o dia usa-las maiores, para um evento/jantar preferir as médias e de noite sempre as mais pequenas.

 

Apostar sempre na qualidade, o evento merece e a mala dura.

 

Style you

A ler!

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Embora seja cada vez mais raro nos dias de hoje, a ilustração foi um elemento crucial para a propaganda de moda por décadas desde os anos 1920.

 

Foi a folhear uma revista com anúncios ilustrados nos anos 1970, que o sueco Mats Gustafson decidiu que gostaria de fazer algo assim como profissão. Estudou design em Estocolmo e mudou-se para Nova York. Desenhou, então, para as revistas Vanity Fair, Vogue, The New Yorker e Visionaire além de criar campanhas para a Chanel, Comme des Garçons, H&M e Gigli.

 

Recentemente, Raf Simons convidou-o para ilustrar alguns dos looks do Inverno 2013 e Cruise 2013 da Dior e aí floresceu uma pareceria com a marca Francesa a culminar no livro Dior by Mats Gustafson, recém-lançado pela Rizzoli Books e que marca os 70 anos da marca neste mês. Memoráveis silhuetas e designs de Simons e dos outros estilistas que já comandaram a marca, como Yves Saint Laurent, John Galliano e, claro, o próprio Christian Dior, aparecem em belíssimas aquarelas e ilustrações com aplicação de recortes. A coleçcão mais recente  sob o comando de Maria Grazia Chiuri, para o Verão 17, apresentada em Paris em Setembro ultimo, também ganha espaço no livro, que ainda conta com o texto de Tim Blanks, do Business of Fashion, narrando os detalhes desta parceria de Gustafson com a marca.

 

Gustafson acredita que não se pode falar isoladamente em ilustração e fotografia, existem diversas áreas que as separam. A fotografia de moda é o principal meio de comunicar moda, ele explica, e a ilustração não compete com a câmera, apenas adiciona um jeito totalmente diferente na cultura visual.

 

O livro pode ser comprado aqui.