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Style You

Por João Miguel Barbosa

Como Combinar Padrões

Os padrões estão muito na moda e para a próxima estação não irá ser excepção - com riscas, flores, répteis ou padrões com influência escocesa.

 

É certamente uma opção que dá mais energia ao visual, muitas vezes hesita-se em não combiná-los juntos, por medo de sobrecarregar o conjunto.

 

A conferir as principais dicas de como os usar da melhor maneira:

- Padrões da mesma cor

Combinar padrões diferentes, mas na mesma faixa de cor, gera harmonia entre as peças

 

- Mesmo padrão

Para combinar o mesmo tipo de padrão, mas em cores diferentes como riscas com riscas e flores com flores, etc., Tentar visuais mais sóbrios e com tons similares

 

- Padrões complementares

Existem padrões que se complementam tão bem que parecem destinados a ficar juntos, como flores com riscas e leopardo igualmente com riscas

 

- Padrões que funcionam como neutros

O xadrez, as bolinhas, as linhas ou as flores quando são muito pequenos, tornam-se subtis para os olhos e passam para uma posição neutra, prontos para combinarem com qualquer outro padrão mais marcante

 

- Tamanhos diferentes

Um padrão grande com um menor, acabam por se harmonizar, porque um passa a ser o foco de atenção e o outro apenas complemento do visual

 

- Adicionar cores neutras

As peças lisas dão equilíbrio ao mix de padrões

 

Style you

Gucci Décor

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O universo criativo de Alessandro Michele, diretor criativo da Gucci, agora também pode servir como decoração. É que a marca italiana acaba de anunciar o lançamento da sua nova linha, a Gucci Décor.

 

São peças como almofadas, cadeiras, chaleiras, mesinhas, bandejas e até biombos inspiradas nas coleçcões que Michele tem apresentando na marca.

 

 “A ideia não é prescrever um aspecto decorativo particular, mas fornecer elementos que permitam que os espaços sejam personalizados. A filosofia de Michele para personalizar a casa é, portanto, similar ao seu do it yourself para roupas e acessórios, em que se é convidado a personalizar peças aplicando detalhes decorativos”.

 

As desejadas peças da marca de padrões com animais bordados – os leões, gatos, cobras e moscas do “Jardim da Gucci” – servem como referência aos bordados das almofadas, que são aplicados à mão num processo que leva aproximadamente 10 horas. As menores peças da colecção, tais como louças, porta-incensos e velas, são de porcelana, produzidas por Richard Ginori, empresa Florentina fundada em 1735.

 

Para os porta-incensos e velas, quatro aromas foram desenvolvidos criteriosamente por Michele: Inventum (uma nota delicada de rosa de damasco misturada à distinta rosa de Taif, cidade na Arábia Saudita); Fumus (o intenso aroma da planta Bétula misturado ao das folhas de laranja e cera de abelha); Herbosum (aromas frescos de folhas de tomate e planta aromáticas, misturados à fragrância de capim e salpicados com manjericão e capim-limão); e Esotericum (o amargo aroma das laranjas de Sevilha, intricados com notas de jasmin, couro e sal).

 

Com preços a partir de 150 libras, a Gucci Décor estará disponível a partir de Setembro.

Os Calções

Os calções, são uma das peças mais usadas nesta estação do Ano.

 

Contudo convém relembrar a ter especial atenção ao tipo de corpo, pois nem todos favorecem a silhueta.

 

A ter em conta as dicas dos melhores calções e para cada tipo de silhueta:

 

- Para estatura baixa ou para pernas curtas, é melhor optar por calções curtos, porque eles darão a sensação de que se tem as pernas mais longas. Evitar os calções mais compridos

 

- Para coxas grossas ou ancas largas, deve-se optar por calções mais simples e de cor lisa para não atrair a atenção para essa área. Evitar os de bolsos grandes nas laterais e que não fiquem muito apertados nas pernas. Neste caso, dar igualmente preferência aos de cintura alta e nunca cintura baixa

 

- Para um corpo com poucas formas, é recomendável usar roupas que confiram movimento, para estas silhuetas, recomenda-se calções curtos, com pregas, sem serem excessivamente largos, com bolsos e cores vivas

 

- Para uma forma mais arredondada, deve-se usar calções de cintura alta, evitar que sejam muito apertados e que igualmente sejam muito grandes. Evitar cintos

 

- Para um corpo proporcional, escolher calções que marquem a cintura e que não sejam muito largos. Para fazer isso, você pode-se optar por cintos

 

- Para quem tem um corpo que a parte de cima é mais larga que a parte inferior, o melhor que se pode fazer é equilibrar as duas áreas. Para conseguir isso, deve-se escolher uns calções que tenham enfeites, duas voltas ou bolsos. Estes elementos ajudam a dar volume na parte inferior, isso também serve para quem tem pernas muito finas

 

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A ver!

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O museu Victoria and Albert, em Londres, no passados mês inaugurou Balenciaga: Shaping Fashion, exposição que explora o trabalho e o espólio de Balenciaga com mais de cem peças de roupas criadas por ele, os seus alunos e designers contemporâneos que procuram a sua inovação.

 

“A sua maior contribuição foi a maneira que ele transformou a forma – as saias tulipa, mangas raglan, formas volumosas que libertaram as mulheres de silhuetas tradicionais como a ampulheta”, explica a curadora Cassie Davies-Strodder. “Ele foi o primeiro a fazer o tubo, uma peça que hoje todo mundo tem no armário, mas que na época foi criticada pela imprensa. Ficaram chocados com o modelo, que não acentuava a cintura”.

 

Davies-Strodder passou 18 meses a preparar a exposição. Entre pesquisas e viagens ao redor do globo para adquirir peças de colecionadores, a britânica deparou-se com o desafio de ter como tema da sua exposição um homem extremamente reservado, que concedeu apenas uma entrevista em toda a sua vida, que não aparecia no final dos desfiles e nem convidava jornalistas para o preview de suas colecções (somente um mês depois da apresentação) durante os primeiros dez anos da marca. Ainda assim, a exposição é bastante completa e abrangente, contando com fotografias de Cecil Beaton e Richard Avedon, raríssimos vídeos dos anos 1950 e 60 com imagens de desfiles e do showroom da maison, 20 chapéus e muitas roupas do arquivo da Balenciaga, como os vestidos envelope e baby-doll e um vestido verde em gazar de seda com capa que, de acordo com Josep Font, diretor criativo da Delpozo, ilustra o quanto o couturier “não tinha medo de volumes, tampouco de expressar sua criatividade”, além das criações de Nicolas Ghesquière e Demna Gvasalia, que deram continuidade à visão do espanhol conduzindo a Balenciaga ao século 21.

 

A Delpozo é uma das marcas contemporâneas cujas peças figuram num andar do museu dedicado ao legado de Balenciaga, assim como Comme des Garçons, Céline, Simone Rocha, Iris van Herpen, Chanel, entre outras, e também peças de seus protégés Oscar de la Renta, André Courrèges e Hubert de Givenchy, reforçando a influência incontestável do espanhol. “Ele criou uma nova visão de feminilidade. Celebrava o corpo das mulheres de maneira não óbvia e isso foi revigorante”, afirma a estilista Molly Goddard, que também tem um vestido na exposição, ao jornal Telegraph. “Ele desenhava roupas para todas as mulheres – não era preciso ser magra ou jovem para vesti-las”, completa a curadora. “As suas peças permitiam imperfeições, como uma barriguinha, e ele sabia como valorizar a forma feminina”.

 

Um dos maiores destaques da exposição é uma colaboração especial do V&A com o artista Nick Veasey que capturou imagens em raio X de algumas das criações de Cristóbal, revelando a costura interna e estrutura complexa de algumas peças. “É difícil comunicar a um público jovem quanto trabalho e atenção aos detalhes eram investidos nessas roupas, “

 

Balenciaga: Shaping Fashion fica em cartaz no museu Victoria & Albert, em Londres, até 18 de fevereiro de 2018.

A Gravata

A gravata representa a imagem de quem a usa, portanto é um elemento muito pessoal, a nível formal e informal.

 

Nos dias de hoje é um elemento incontornável quer no vestuário masculino, como feminino e a sua escolha tem que estar em sintonia com o estilo, morfologia e tendência cromática (as cores que mais nos favorecem a usar na parte superior do corpo e que têm o maior efeito positivo no rosto).

 

O nó de gravata é extremamente simples, mas ainda alvo de muitos erros!

 

A conferir os princípios básicos:

- Deve ser longa o suficiente para chegar até ao cós das calças, sem ultrapassa-lo

- Nunca a prender por dentro das calças

- Nunca deixar que ela “empine” acima da barriga

- As que dão os melhores nós são de 100% seda ou de 100% lã

- As gravatas de seda são as mais formais

- As gravatas de lã são na maior parte lisas, devendo ser usadas no Outono e/ou Inverno

- No colarinho com botões usar um nó de gravata menor e no colarinho com as pontas abertas usar um nó mais imponente

- Deve ser a ligação de toda as cores da roupa, ou não, dependendo do Estilo a adoptar

- A sua cor deve ter coerência com o resto da roupa e/ou fato

- Está muito na moda escolher 2 tons mais escuros que a cor da camisa

- Normalmente todo o conjunto não deve ter mais de 3 cores

- Harmonizar a cor da gravata em função da cor do fato (ou outro tipo de vestuário) utilizando uma solução monocromática, num esquema de “ton sur ton” ou ainda usar cores complementares porem contrastantes

 

Alguns nós de gravata:

 

- Simples

- Simples Duplo

- Inglês ou Demi-Windsor

- Francês

- Pequeno

- Cruzado

 
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Imagem: Etapas do nó simples, o mais comum
 
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A ler!

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A Gucci lançou um novo livro em edição limitada: Hortus Sanitatis, publicado pela IDEA Books.

 

O título é uma referência à primeira enciclopédia de História Natural do mundo. O médico alemão Johann Wonnecke von Caub escreveu o livro originalmente no seu idioma vernáculo, publicado em 1485. Seis anos depois, em 1491, a enciclopédia foi traduzida para o latim – daí o Hortus Sanitatis, que significa “Jardim da Saúde”.

 

A publicação traz as fotos do britânico Derek Ridgers, que captou os modelos a vestir a colecção mais recente da marca em locais históricos de Roma, como antigas perfumarias, livrarias e bibliotecas; esta é a colecção cuja campanha foi inspirada na obra do africano Malick Sidibé e fotografada por Glen Luchford.

 

Ridgers fotografou o lookbook desta colecção. O britânico é conhecido por registrar ao longo da carreira a realidade nua e crua vivida pela subcultura do século passado.

 

Com apenas 1000 exemplares, Hortus Sanitatis já foi lançado oficialmente em Paris, com noite de autógrafos no Comme des Garçons Trading Museum.

 

Está disponível em lojas selecionadas, como a Dover Street Market de Londres e Nova York, a Colette, em Paris, a 10 Corso Como, em Milão, entre outras.

Slim Fit Vs Skinny

Quem entra numa loja e pede umas calças skinny e outra slim fit terá 9o% de chances de receber dois produtos completamente diferentes e essa margem de erro de 10% vai por conta do pessoal que costuma generalizar os dois termos e atribuir as mesmas características a ambos.

 

A ter em conta a diferença entre ambos os cortes :

- O que é o corte slim fit?

É muito usado na alfaiataria e camisaria, onde serve para indicar um traje mais ajustado ao corpo, mas não apertado, criando uma silhueta esguia e elegante. Também marca presença no universo casual com jeans, blazers, camisolas e bermudas, entre outros itens cujo tecido toca o corpo, mas não marca ou aperta

- Quem usa?

Aqueles que querem uma roupa acertada ao corpo, com um toque moderno, mas que não cede aos exageros, sendo adequada para qualquer situação. No caso das calças, por exemplo, pode-se dizer que as slim fit são a nova straight, já os fatos ainda têm a preferência dividida, existem pessoas que preferem o fato mais justo e os adeptos do traje clássico.  Claro que o corpo também influencia no uso, sendo o corte tradicional indicado para quem está bem acima do peso

     

- O que é o corte skinny?

O termo indica roupas muito justas, geralmente calças de jeans, algodão ou sarja que apesar de deixarem o corpo ainda mais delgado do que as roupas slim fit podem gerar resultados de gosto duvidoso, principalmente quem não é tão magro e o tecido aperta o que não deveria. O termo também é utilizado para designar gravatas mais finas que as tradicionais

- Quem usa?

Apesar de ter um perfil mais jovem, as calças skinny podem ser usadas pela maioria das pessoas desde que não faça sobressair pernas muito grossas ou aqueles pneuzinhos indesejados, em outras palavras, elas são indicadas para quem é bem magro, enquanto a slim fit é um pouco mais permissiva e a straight totalmente democrática. A gravata skinny é outro item que traz jovialidade ao look, mas pode ficar um pouco perdida para quem tem um corpo muito corpulento, até musculoso demais, pois as proporções não ajudam

 

Em suma, pode-se dizer que é a diferença entre o ajustado ou o justo !

 

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