Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Style You

Por João Miguel Barbosa

Slim Fit Vs Skinny

Quem entra numa loja e pede umas calças skinny e outra slim fit terá 9o% de chances de receber dois produtos completamente diferentes e essa margem de erro de 10% vai por conta do pessoal que costuma generalizar os dois termos e atribuir as mesmas características a ambos.

 

A ter em conta a diferença entre ambos os cortes :

- O que é o corte slim fit?

É muito usado na alfaiataria e camisaria, onde serve para indicar um traje mais ajustado ao corpo, mas não apertado, criando uma silhueta esguia e elegante. Também marca presença no universo casual com jeans, blazers, camisolas e bermudas, entre outros itens cujo tecido toca o corpo, mas não marca ou aperta

- Quem usa?

Aqueles que querem uma roupa acertada ao corpo, com um toque moderno, mas que não cede aos exageros, sendo adequada para qualquer situação. No caso das calças, por exemplo, pode-se dizer que as slim fit são a nova straight, já os fatos ainda têm a preferência dividida, existem pessoas que preferem o fato mais justo e os adeptos do traje clássico.  Claro que o corpo também influencia no uso, sendo o corte tradicional indicado para quem está bem acima do peso

     

- O que é o corte skinny?

O termo indica roupas muito justas, geralmente calças de jeans, algodão ou sarja que apesar de deixarem o corpo ainda mais delgado do que as roupas slim fit podem gerar resultados de gosto duvidoso, principalmente quem não é tão magro e o tecido aperta o que não deveria. O termo também é utilizado para designar gravatas mais finas que as tradicionais

- Quem usa?

Apesar de ter um perfil mais jovem, as calças skinny podem ser usadas pela maioria das pessoas desde que não faça sobressair pernas muito grossas ou aqueles pneuzinhos indesejados, em outras palavras, elas são indicadas para quem é bem magro, enquanto a slim fit é um pouco mais permissiva e a straight totalmente democrática. A gravata skinny é outro item que traz jovialidade ao look, mas pode ficar um pouco perdida para quem tem um corpo muito corpulento, até musculoso demais, pois as proporções não ajudam

 

Em suma, pode-se dizer que é a diferença entre o ajustado ou o justo !

 

Style you

News

colette-loja-conceito-multimarcas-paris-franca-dan

Uma das multimarcas mais conhecidas do mundo da moda, a Colette fez história desde que foi fundada por Colette Rousseaux, em 1997. Nesta semana, a loja emitiu comunicado afirmando que fechará as portas em Dezembro.

 

O anúncio do fecho apanhou todo mundo de surpresa. Parte do espólio desta lojas de lifestyle que carrega a tocha da criatividade, a Colette era conhecida não apenas pela sua selecção cool de objetos, periódicos e pela óptima curadoria de moda, como também por fazer colaborações com marcas e artistas.

 

“É a única loja que frequento, porque eles têm coisas que ninguém mais tem”, afirmou Karl Lagerfeld em entrevista ao Business of Fashion. Foi lá, aliás, que marcas hoje importantes como Rodarte e Mary Katrantzou começaram a ser vendidas na Europa.

 

A loja, que fica na Rue Saint Honoré, no coração de Paris, deve ser arrendada pela Saint Laurent, parceira de longa data da multimarcas. A princípio, acreditava-se que a Colette apenas cederia o local por tempo determinado à marca, mas um anúncio no Instagram indicou que negociações estão sendo feitas.

 

As portas serão fechadas a 20 de dezembro. Até lá, mãe e filha à frente da loja garantem que as atividades continuam, inclusive a já anunciada parceria com a H&M Studio, que deve ser vendida, além da própria Colette, nas lojas da fast-fashion sueca em todo o mundo.

As Saias

Assim como os vestidos, as saias são sinónimo de feminilidade e sedução!

 

Curtas, médias ou longas: estão sempre na moda. Podem ser básicas ou sofisticadas. Perfeitas para serem usadas no Verão ou no Inverno.

 

Existem vários tipos de cortes de saia. É importante conhecê-las, para se fazer a escolha mais acertada:

- Recta

Tem a mesma largura da cintura até os joelhos. É básica e fica bem em quase todos os tipos de corpo.

 

- Bolha

Só combina com mulheres altas e magras, com pouco de glúteos, pois é levemente larga nos quadris e afunilada nas pernas, em direcção à barra.

 

- Saia de tiras

Feita com tiras de tecido em toda a volta, requer pernas bem torneadas para vesti-la, pois as tiras revelam os contornos dos membros à medida que a mulher caminha.

 

- Godé

Ideal para mulheres magras ou com ancas largas. É a saia cortada em forma de círculo, justa na cintura e que se abre no comprimento. Popularizou-se nos Anos 50, no auge do “rock and roll”, pois dá um óptimo efeito para dançar.

 

- Kilt

Ideal para as magras. Também conhecida como saia colegial, tem pregas em toda a volta, da cintura à barra. Em algumas versões, as pregas são costuradas e fechadas na região das ancas.

 

- Plissé soleil ou sunburst

Fica bem em quase todos os tipos de corpo. Plissada em toda a volta, quando confeccionada com tecidos finos, provoca um efeito dançante e bem feminino.

 

- Saia com fenda

Modelo criado para facilitar os passos do tango. Fica muito bem em quem tem pernas grossas e ancas largas, pois a linha vertical afina a silhueta. Não deve ser muito justa.

 

- Mini saia

Saia que termina no meio da coxa. Pode rejuvenescer um visual, mas só deve ser usada por mulheres com pernas bem torneadas.

 

- Micro saia

Ainda mais curta que a minissaia, termina quatro ou cinco dedos abaixo da linha das nádegas. Também só veste bem mulheres jovens com pernas bem torneadas.

 

- Saia máxi

É o oposto da microssaia, geralmente rodada e com comprimento até os pés. Foi muito usada no fim dos anos 60, com botas. Óptima para mulheres altas ou com corpo proporcional

 

- Evasê

É o modelo com uma leve abertura em direcção à barra. Pode ser confeccionado em diferentes tecidos e fica bem em todo tipo de silhueta. É muito recomendado para quem tem ancas largas, pois fica mais solto nessa região, sem marcá-la. Os tecidos com mais textura e encorpados devem ser evitados pelas mais gordinhas, para não adicionar mais volume à região. As cores escuras, compostas com blusas claras ou com detalhes, também favorecem.

 

- Sereia

Modelo justo nas ancas e com comprimento até a altura dos joelhos, abrindo em direcção à barra. Fica bem apenas em mulheres com pernas longas e ancas pequenas.

 

- Envelope

Tem o efeito de um corte recto, por isso fica bem em todo tipo de corpo. É feito a partir de um tecido rectangular trespassado na cintura e amarrado. Pode realçar a ausência de cintura.

 

-Hippie

Modelo longo e bastante rodado. Feito de tecidos finos e moles, podendo ser lisos, em patchwork, com estampados e padrões indianos ou orientais. Deve ser usada com sapatos mais baixos, e é uma boa opção tanto para mulheres magras quanto gordinhas e baixinhas, pois alongam a silhueta.

 

Style you

A ver e Ouvir!

calvin-klein-the-xx-i-dare-you-video-launch-ph-ala

Já foi lançado o novo video da banda The xx, para a música I Dare You, mais um single do recente disco I See You. 

 

Dirigido por Alasdair McLellan, o vídeo conta com a colaboração especial de Raf Simons, Chief Creative Officer da Clavin Klein, que emprestou o seu olhar na concepção e assina como co-diretor do vídeo.

 

Vale a pena destacar como as coisas funcionam quando fazem todo o sentido e são quando naturalmente conectadas. Raf é fã do The xx e trabalha com McLellan, que dirigiu os últimos dois vídeos da banda (“On Hold” e “Say Something Loving”). Ele também adora a cultura jovem e escolheu a actriz Millie Bobby Brown para a campanha da Calvin Klein. Millie é uma das estrelas do vídeo ao lado de Paris Jackson, filha do cantor Michael Jackson.

 

Também estão no vídeo o actor de Moonlight Ashton Sanders, e os modelos Lulu e Ernesto Cervantes das campanhas da Clavin Klein.

 

A cidade escolhida para as filmagens é Los Angeles (Marfa e Londres apareceram nos 2 vídeos anteriores) e poderia muito bem passar como uma campanha da Calvin Klein, já que os figurinos inteiros são da colecção de Inverno 2017, da estreia de Raf no comando da marca.

 

Ver o vídeo aqui.

 

O Tom de Pele

É muito importante escolher as cores que melhor se ajustam a cada tom de pele! A melhor opção é sempre aquela que faz com que a cor natural fique ainda melhor do que já é.

 

Muitas mulheres não sabem combinar roupas e acessórios que ajudem a acentuar o tom da sua pele, melhorando assim sua imagem.

 

A ter em conta as dicas sobre como escolher as cores que ficam bem com cada tom de pele:

- A primeira coisa a fazer é identificar o tom de pele que se tem

Normalmente existem 4 tons de pele: Inverno, Verão, Outono e Primavera, assim como as estações do ano

 

O Inverno seria a pele branca pálida, ou amarela e também os olhos tendem a ser claros. As pessoas Verão tem a pele rosada ou pálida e olhos azuis, com cabelos loiros. As Outono tem a pele dourada, com olhos castanhos, mas também pode ser ruivas ou morenas. A Primavera tem olhos azuis ou verdes, com as bochechas rosadas

que 

 

- Depois de saber que tipo de pele se tem, então saber-se-á quais as cores que vão funcionar melhor

Pessoas Inverno devem usar roupas de cores vivas, ou claras mesmo. Por exemplo, encarnado ou branco são melhores do que o dourado e laranja. Para Verão optar por cores suaves, tons neutros e pastéis vão bem, por exemplo, azul, rosa e castanho. Cores como laranja, dourado, castanho escuro são os melhores para as pessoas Outono. O castanho dourado, os pêssegos são boas para Primavera

 

- Geralmente deve-se usar igualmente a cor que melhor combina com o estilo pessoal, então não é necessário discriminar as cores que mais se gosta

 

Tentar o quanto possível, usar cores diferentes, para conferir se o tom de pele melhorou. Se necessário, no momento da escolha ou compra, levar uma máquina fotográfica e tirar uma fotografia com cada peça que se vestir, de cores diferentes - assim a escolha será feita com mais facilidade.

 

Style you

A comprar!

DSCN1184.JPG

A Yves Rocher lançou uma nova gama Gel de Banho concentrado!

 

Para as pessoas que se preocupam com o planeta, para quem tem respeito pela natureza e também para quem adora poupar, os três novos produtos da Yves Rocher são a escolha ideal.

 

Com a sua base lavante 100% de origem vegetal, a sua fórmula com 97% de ingredientes de origem natural, os seus aromas benéficos e a sua nova fórmula totalmente inovadora desenvolvida sem conservantes, o novo Gel Duche Concentrado surpreende no duche.

 

O novo Gel de Duche Concentrado é dotado de uma fórmula inédita "de transformação" patenteada em França. Tem uma fórmula mágica de 1=4, o que significa que 100ml dão para 40 utilizações, ou seja, o mesmo número de utilizações do que um frasco de 400 ml. 

 

A cápsula válvula presente no frasco permite obter a dosagem necessária de produto para um duche completo, evitando desperdícios. Como todas as embalagens da Yves Rocher, estas foram formuladas e idealizadas de modo a minimizar o impacto no ambiente. 

 

Estão disponíveis três aromas benéficos; relaxante, energizante e sensual, que fazem bem ao corpo e ao espírito.

  • O Gel de Duche Concentrado de Azeitona & Laranja-amargatem propriedades relaxantes;
  • O Gel de Duche Concentrado de Manga & Coentrotem propriedades energizantes;
  • O Gel de Duche Concentrado de Baunilha Bouboné o ideal para manhãs sedutoras e dias radiosos.

Curiosidade - As riscas!

Na Idade Média, as roupas com riscas, eram reservadas às pessoas que tinham supostas ligações com o diabo. Os loucos, os excluídos da sociedade, as prostitutas ou os presidiários vestiam roupas com riscas e por isso o padrão não era bem visto.

 

Aos poucos as riscas começaram a ser aceites. No século 18, os marinheiros adoptaram as riscas como um meio visual de diferenciar o grumete (marinheiros de nível inferior) do chefe de bordo. Além disso, as riscas foram escolhidas para o desenho da bandeira Americana, sendo assim associadas à liberdade e à vitória.

 

Com o tempo, as riscas começaram a surgir nas roupas de praia, toalhas, chapéus, camisas e muitos outros artigos, tornando-se assim muito populares e agora um padrão incontornável.

 

Style you

A ver!

DiaryArticleDouble_Chatsworth-Exhibit-05a_001_Defa

Recentemente, a Chatsworth House, em Derbyshire, na Inglaterra, serviu como cenário para a campanha Cruise 17 da Gucci. A marca italiana, então, anunciou o plano de se unir à histórica mansão inglesa para desenvolver um programa cultural focado em moda e estilo até 2019. Eis que o primeiro fruto desse plano é a exposição House Style: Five Centuries of Fashion at Chatsworth, patrocinada pela Gucci.

 

Residência da família Cavendish, mais especificamente dos Duques e Duquesas de Devonshire, desde 1549. A casa sempre foi associada à moda. Georgiana Cavendish, a 5a Duquesa de Devonshire, – retratada no filme « A Duquesa », com Keira Knightley -, foi um ícone de estilo, usando tecidos e modelagens à frente do seu tempo. Espécie de it girl do século 18 e conhecida no Reino Unido como “Imperatriz da Moda”, era tida como uma figura inspiradora e referência em se tratando de imagem de moda tanto para o povo quanto para outros aristocratas, inclusive a francesa Maria Antonieta.

 

Outros tantos convidados distintos cruzaram os corredores da casa: a irmã de Fred Astaire, Adele Astaire; Kathleen Kennedy; e Stella Tennant neta do 11º Duque e da Duquesa Deborah Cavendish (que, além de ser uma das seis irmãs Mitford, foi musa para alguns desenhos de Oscar de la Renta). Foi lá também que aconteceu um baile que celebrava o Jubileu de Diamante da Rainha Victoria, em 1897, “a festa do século” segundo alguns historiadores.

 

A ideia da exposição surgiu quando a ex-modelo Laura Roundell, nora do atual Duque, portanto, Condessa de Burlington, procurava por um traje de batismo para o seu filho, James, pelos quartos de roupas da mansão. Depois de mexer em inumeras caixas contendo artigos desde fardas e mantos de coroação a vestidos de alta costura de Jean-Philippe Couture, ela convidou Hamish Bowles, Editor Internacional da Vogue, para fazer a curadoria dessas peças e organizar uma mostra. O resultado é House Style: Five Centuries…, que conta ainda com a direção criativa de Patrick Kinmonth e Antonio Monfreda, dupla responsável pela retrospectiva da Valentino na Somerset House, em 2012, e que levou ao MET de NY, em 2004, a expo Dangerous Liaisons: Fashion and Furniture in the 18th Century. 

 

Broches de ouro da Duquesa Georgiana, os sapatos de crocodilo do 11º Duque, um vestido usado na coroação do Rei George VI e da Rainha Elizabeth, fascinados Stephen Jones, um Dior rosa claro de 1953, feito sob medida são alguns dos mais de 100 itens que compõem a mostra, dividida em quatro partes diferentes: “The Circle of Life”, que conta com roupas usadas em ritos de passagem como batizados, casamentos e funerais dipostas em diversos pontos do castelo, dos jardins à capela; “Devonshire House Ball 1897”, exibe sete das vestes usadas por convidados no famoso baile cujo tema era “costumes alegóricos e históricos de antes de 1815”; “Traditions and Transgressions” leva peças que apresentam essa dualidade ao Painted Hall, um dos saguões principais da casa com um enorme afresco pintado no teto, onde vestidos usados em coroações e peças punk colidem, mostrando a evolução da vestimenta formal vestidas por figuras como as Duquesas Mary e Evelyn e pela modelo Stella Tennant; e em “Fashion’s Favorites”, os visitantes podem ter uma ideia mais ampla do estilo dramático e romântico da Duquesa Georgiana, com peças que ela, de fato, vestiu e também peças mais recentes que dialogam com seu estilo, como um vestido de baile da Dior, de 1998, assinado por John Galliano.

 

Além de itens históricos, House Style: Five Centuries of Fashion at Chatsworth também apresenta a belíssima colecção de peças contemporâneas da família Cavendish, com marcas atuais tais quais Alexander McQueen, Maison Margiela, Vetements, Tom Ford, Erdem e Vivienne Westwood, além de dois vestidos criados por Alessandro Michele para a Gucci, inspirados nos livros de ilustrações naturalistas de Maria Sibylla Merian que o estilista encontrou na casa.

 

House Style: Five Centuries of Fashion at Chatsworth, pode ser visto até 22 de Outubro.